Há anos que me pergunto qual seria a melhor alternativa para a questão da violência nos jogos de futebol no Brasil. Temos todos a noção de que toda essa violência gerada dentro e fora de campo nos dias de jogos tem feito muito mal ao futebol, espantando os bons torcedores, aqueles que geram receita para os clubes e não são desordeiros. Qual seria a melhor alternativa?.
Se fala muito em coibir a violência com maiores esquemas de segurança por parte da polícia, que na minha opinião não era nem para estar ali, era para estar na ruas. Jogo de futebol é um evento particular e a segurança deveria ser particular também dentro dos estádios. Polícia somente na rua. Mas o que vemos é que não importa o esquema adotado, sempre os desordeiros se encontram e como dizem aqui na minha terra: "o pau come!".
Aumentar os preços dos ingressos?. É uma alternativa, a Inglaterra fez isso e lá deu certo. Mas não podemos comparar a renda dos ingleses com a nossa. O Sport aumentou muito seus ingressos em dia de jogos da libertadores. Tenho certeza que espantou os "malandros" que dizem que torcem pro time mas só iam ali para, como diz o canto da torcida: "vem roubar que você vai ser amarrar!". Mas, a bombonilha não fica tão bombonilha nesses dias e a reclamação tem sido grande. Há de se ter ingresso para todos os tipos de bolsos.
Uma coisa que sempre pensei que poderia dar certo é o esquema que tem sido adotado pelo Internacional de Porto Alegre. Lá você paga por mês um valor e tem direito a ver todos os jogos do seu time. Chega no dia que libera as vendas e os sócios trocam seus ingressos. Se sobrar, põe à venda. No último jogo do Inter pela Copa Sulamericana ano passado somente sócios foram ao estádio, e não se teve notícias de incidentes. Sendo sócio, o clube tem o cadastro do torcedor, fica fácil identificá-lo e puni-lo se ele fizer alguma besteira. Sem precisar o governo se meter e fazer cadastro e carteirinha de torcedor.
Só acho que, do jeito que tá, muitos dos que vão para os estádios não são torcedores, mas quem quer brigar e fazer bagunça.
Ah!, outra coisa, proibir a cervejinha no estádio (que está para o futebol assim como o arroz está para o feijão!) é outra coisa que não resolve nada.....
Yuri Andrade
Se fala muito em coibir a violência com maiores esquemas de segurança por parte da polícia, que na minha opinião não era nem para estar ali, era para estar na ruas. Jogo de futebol é um evento particular e a segurança deveria ser particular também dentro dos estádios. Polícia somente na rua. Mas o que vemos é que não importa o esquema adotado, sempre os desordeiros se encontram e como dizem aqui na minha terra: "o pau come!".
Aumentar os preços dos ingressos?. É uma alternativa, a Inglaterra fez isso e lá deu certo. Mas não podemos comparar a renda dos ingleses com a nossa. O Sport aumentou muito seus ingressos em dia de jogos da libertadores. Tenho certeza que espantou os "malandros" que dizem que torcem pro time mas só iam ali para, como diz o canto da torcida: "vem roubar que você vai ser amarrar!". Mas, a bombonilha não fica tão bombonilha nesses dias e a reclamação tem sido grande. Há de se ter ingresso para todos os tipos de bolsos.
Uma coisa que sempre pensei que poderia dar certo é o esquema que tem sido adotado pelo Internacional de Porto Alegre. Lá você paga por mês um valor e tem direito a ver todos os jogos do seu time. Chega no dia que libera as vendas e os sócios trocam seus ingressos. Se sobrar, põe à venda. No último jogo do Inter pela Copa Sulamericana ano passado somente sócios foram ao estádio, e não se teve notícias de incidentes. Sendo sócio, o clube tem o cadastro do torcedor, fica fácil identificá-lo e puni-lo se ele fizer alguma besteira. Sem precisar o governo se meter e fazer cadastro e carteirinha de torcedor.
Só acho que, do jeito que tá, muitos dos que vão para os estádios não são torcedores, mas quem quer brigar e fazer bagunça.
Ah!, outra coisa, proibir a cervejinha no estádio (que está para o futebol assim como o arroz está para o feijão!) é outra coisa que não resolve nada.....
Yuri Andrade
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